quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Mais uma vez solidão que nada

Relendo essas linhas, difícil pensar que já passou tanto tempo.
E que pareço não ter saído do mesmo bote sem remos,
A deriva no oceano de sentimentos e lagrimas
Que derramo, pelas mesmas coisas.

Não posso mais viver desse jeito,
Estou cansada desse mar de solidão
Buscando sempre um amor
Que deságua em outro mar.

Mais uma vez observando as luzes à noite toda
Querendo não estar sozinha.
Com minh`alma gritando, para sair
Deste silencio que martela fazendo um
Estrondo em meu peito.

Me sinto a beira de um abismo
Que diz: Pula, pula... Encontre sua paz.
Não sou corajosa o bastante para isso.
Por que teu sorriso me enche de luz
Teus olhos inebriam minha alma.